Professores

Joãozinho não mente…

Era uma manhã tranquila na escola, até que a professora resolveu testar os conhecimentos da turma sobre tempos verbais. Com um sorriso paciente, ela olhou para os alunos e disse:

— Atenção, turma! Vamos falar sobre passado e presente.

Joãozinho, me responda: se eu digo “já fui bonita”, em que tempo verbal está a frase?

Joãozinho, que estava rabiscando um bonequinho no caderno, ergueu os olhos e respondeu sem hesitar: — Fácil, fessora! É passado!

A professora sorriu, satisfeita. — Muito bem!

Agora me diga… e se eu disser “sou bonita”, o que é?

Joãozinho franziu a testa, coçou o queixo e olhou para o teto, como se estivesse refletindo profundamente. Depois de alguns segundos de silêncio dramático, abriu um sorrisinho travesso e soltou:

— Bom, fessora… nesse caso, é uma total ilusão!…

Professores x avião

Alguns professores de uma Faculdade de Engenharia foram convidados a entrar em um avião.

Acomodaram-se confortavelmente, e foram informados de que o avião havia sido construído por seus alunos.

Correria total. Todos para fora do avião, quase em pânico. Somente um, isto mesmo, apenas UM professor permaneceu sentado em seu lugar.

Quando lhe perguntaram o motivo de tanta CALMA, ele explicou: “sei da capacidade dos meus alunos; se foram eles que construíram este avião, essa coisa não vai dar nem partida”.

Joãozinho e o Professor na cantina

Era um dia comum na escola, e o professor estava tranquilamente almoçando na cantina, desfrutando de sua refeição, quando Joãozinho apareceu do nada e sentou-se bem na sua frente.

O professor, que já conhecia a fama do garoto, suspirou fundo e tentou impor um pouco de autoridade:

– Joãozinho, um pássaro e um porco nunca comem juntos!

O menino, sem nem piscar, deu um sorriso travesso e respondeu:

– Tá bem, fessor! Então eu saio daqui voando!

E, só para completar o show, levantou os braços e começou a balançá-los como se fosse um passarinho de verdade, fazendo “piu-piu” enquanto se afastava. A cantina inteira explodiu em risadas.

O professor, agora vermelho de raiva, decidiu que daria o troco. No teste semanal seguinte, resolveu meter um belo zero na prova de Joãozinho. Só que, para seu azar, o menino respondeu todas as perguntas corretamente.

Furioso e sem saber como pegar o garoto, o professor resolveu apelar para um desafio mental:

– Joãozinho, imagine que você está andando na rua e encontra dois sacos. Um está cheio de dinheiro e o outro está cheio de inteligência. Qual deles você escolhe?

Joãozinho nem pensou duas vezes:

– Ah, eu escolho o saco com dinheiro!

O professor sorriu, achando que finalmente tinha pegado o menino.

– Pois é, Joãozinho … se fosse eu, escolheria o da inteligência.

Mas Joãozinho, sem perder o ritmo, deu de ombros e respondeu com a maior naturalidade do mundo:

– Ah, fessor … as pessoas escolhem sempre aquilo que não têm!

A cantina, que já estava curiosa com o duelo, veio abaixo com gargalhadas. O professor, segurando a raiva, pegou a prova de Joãozinho e escreveu “IMBECIL” bem grande no topo da folha.

O menino pegou a prova, leu o que estava escrito e voltou com a mesma cara inocente de sempre:

– Fessor, o senhor esqueceu de colocar a nota … Só assinou seu nome!

Evidentemente

Professor: “Hoje vamos fazer uma frase onde aparece a palavra evidentemente. Primeiro, você, Mariazinha”.

Mariazinha: “Fui brincar com a minha boneca, mas ela não estava no armário. Evidentemente que a minha irmã pegou a boneca”.

Professor: “Agora é você, Paulinho”.

Paulinho: “Fui brincar com minha bola, mas ela estava murcha. Evidentemente que ela estava sem ar dentro”.

Professor: “É sua vez, Joãozinho”.

Joãozinho: “Meu pai pegou uma revista inglesa e entrou no banheiro. Evidentemente que ele foi cagar, pois ele não manja bulhufas de inglês”.

Guerra dos 100 anos

Professor: “Quem sabe quando começou a Guerra dos Cem Anos?”

Silêncio total na classe.

Joãozinho: “Eu sei quando terminou, mestre”.

“Quando?” Perguntou o professor.

“Cem anos depois, ué…”

Joãozinho e o vibrador

A professora, uma mulher paciente, mas claramente subestimando o caos iminente, ajeita os óculos, sorri para a turma e lança a pergunta:

– Crianças, me digam um nome de algo que termine com ‘DOR’ e que coma alguma coisa!

Os alunos, empolgados, começam a pensar. Ricardo, o clássico aluno nota 10, levanta a mão com um entusiasmo digno de quem estuda até na hora do recreio:

– Predador!

A professora, orgulhosa, assente com a cabeça:

– Excelente, Ricardo! O predador caça e come suas presas. Muito bem!

Paulinho, o garoto que passa mais tempo desmontando coisas do que estudando, também se manifesta:

– Aspirador!

A professora, surpresa com a criatividade, sorri:

– Bravo! Que imaginação! De certa forma, podemos dizer que o aspirador ‘come’ o lixo!

Tudo estava indo bem, até que, lá do fundo, como se estivesse esperando o momento certo para lançar sua bomba, Joãozinho, o mestre do caos, levanta a mão.

Ele sorri de lado, ergue o dedo e dispara, com a confiança de um vendedor de carros usados tentando empurrar um fusca sem motor:

– VIBRADOR!

Silêncio absoluto.

A professora congela. Sua alma sai do corpo, dá um passeio até o Havaí e volta, suando frio. Ela pisca várias vezes, achando que ouviu errado.

– O quê, Joãozinho ?! Eu acho que não ouvi direito … mas isso aí NÃO COME NADA!

Joãozinho, sem perder tempo e já se ajeitando na cadeira como quem vai entregar a melhor punchline da década, diz num tom acelerado, quase cuspindo as palavras:

Palavra que comece com a letra D

A professora tá lá na frente, explicando a matéria com toda a paciência do mundo, mas percebe que Joãozinho tá na dele, olhando pela janela, sonhando com sei lá o quê. Ele tá com a cara de quem tá em outro planeta, provavelmente calculando quantas horas faltam pra hora do recreio.

Ela cruza os braços e decide chamar o menino pra realidade:
– “Joãozinho!”

Ele dá um pulo na cadeira como se tivesse levado um choque, e responde:
– “Opa! Tô na área, professora!”

Ela já sabe que vem problema, mas insiste:
– “Me diga uma palavra que comece com a letra D.”

Joãozinho pensa um pouco, coça a cabeça e solta, com a maior confiança do mundo:
– “Ontem!”

A sala fica em silêncio. A professora pisca umas três vezes, achando que ouviu errado.

– “Joãozinho … ONTEM não começa com a letra D!”

Joãozinho arregala os olhos, se ajeita na cadeira e solta um sorriso maroto. Ele levanta o dedo como um advogado que vai dar o argumento final e diz, cheio de certeza:
– “Começa sim, professora! Ontem foi DOMINGO!”

O Que É, O Que É?

A professora entrou na sala e anunciou:
— Hoje teremos uma aula de adivinhação!

— Primeira pergunta: O que tem 4 patas, 2 chifres, faz “muuuu” e tem uma corda verde amarrada no pescoço?

Os alunos pensaram, pensaram… Ninguém acertou.

A professora, então, revelou:
— É a vaca! A corda verde foi só pra confundir vocês.

Joãozinho já começou a ficar irritado.

— Segunda pergunta: O que tem 4 patas, focinho achatado, rabinho enrolado e uma corrente no pescoço?

Os alunos debateram: “Porco?” Mas porco não usa corrente…

A professora deu a resposta:
— É o porco! A corrente foi só pra dificultar.

Joãozinho, explodindo de raiva, levantou a mão:
— Professora, posso fazer uma pergunta?

— Pode, Joãozinho.

— O que é do tamanho de uma chave de dedo, tem uma ponta vermelha, um saco atrás e as mulheres vivem pondo na boca?

A professora, chocada, gritou:
— JOÃOZINHO! Quem te ensinou essa indecência?!

Ele, tranquilo, respondeu:
— Não é indecência, professora. É o batom.
— O saco eu inventei só pra confundir a senhora!

Jacozinho: o ambicioso

A professora pergunta a Jacozinho, neto de Isaac:
– Você vai ser oftalmologista, como seu pai?

– Não, vou ser dentista.

– Por quê?

– Porque as pessoas só têm dois olhos, mas têm 32 dentes.

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