Joãozinho

Joãozinho x Professor

O professor aos alunos: aquele que se julgar burro, faça o favor de ficar em  pé.

Todo mundo continuou sentado. Alguns minutos depois, o Joãozinho se levanta.

E o professor : quer dizer que você se considera burro?

Até que não, respondeu Joãozinho. Mas fiquei com pena de ver o senhor em pé, sozinho…

Piolho e família

A professora pergunta ao Joãozinho: por que você está coçando tanto a cabeça, Joãozinho?

Ele responde: é por causa de um piolho morto!

Tudo isso por causa de um piolho morto?

Resposta: é que os parentes dele vieram para o velório…

Tóta-tóla

Joãozinho na escola. A professora pergunta aos alunos: do que vocês mais gostam na vida?

Todos respondem, e quando chega a vez do Joãozinho, ele diz: de tu, professora!

Convencida, ela falou: nossa! obrigada! Tome este dinheiro, e compre um refrigerante para você. Que refrigerante você vai comprar?

Tóta-tóla!!!

Só pão dormido

Joãozinho entra na padaria e pergunta:
– Moço, tem pão?

– Só tem pão dormido – o padeiro responde.

– Então, acorde cinco aí pra mim, por favor.

Volta da Escola

Joãozinho chega em casa radiante, pulando de alegria.

– Nossa, Joãozinho! O que aconteceu? Por que tanta animação? — pergunta a mãe, curiosa.

– Mamãe, hoje foi demais! A professora fez uma pergunta e, de toda a turma, só eu levantei o dedo para responder!

A mãe, orgulhosa, abre um sorriso e pergunta:
– Que maravilha, filho! Fico tão feliz! E o que ela perguntou?

– Quem aqui não fez a lição de casa?…

Joãozinho, o patriota!

A professora, com a paciência de um santo, pediu para a turma desenhar o que o Hino Nacional inspirava.

Joana, toda delicada, desenhou um sol radiante.
Professora: – “Excelente, Joana! O sol da liberdade!”

Pedro, com a pose de um herói, desenhou um soldado imponente.
Professora: – “Muito bem, Pedro! A pátria em armas!”

Joãozinho, com um sorriso maroto, desenhou um jegue com uma chibata  enorme.
Professora: – “Joãozinho! Que… que desenho é esse?”

Joãozinho, sem perder a pose, respondeu:
– “Ora, professora, é o Brasil! ‘Gigante pela própria natureza’!”

Joãozinho e o mistério do elevador

Um argentino, Joãozinho, uma freira e uma morena gostosa entraram no elevador. Quando o elevador começou a subir, houve uma queda de energia. Na escuridão, ouve-se o som de um beijo seguido de um tapa bem seco. Voltando a energia, todos no elevador ficam calados pensando o seguinte:

A freira:
– “Um dos dois homens deve ter beijado a morena e ela revidou com um tapa. Acho que foi isso mesmo.”

A morena gostosa:
– “Um dos dois homens tentou me beijar, acabou beijando a freira e ela revidou com um tapa. Isso faz sentido.”

O argentino, muito irado:
– “Esse brasileiro desgraçado beijou a morena. Ela pensou que fui eu e me lascou um tapa na cara. Que safado esse brasileiro. Lá fora, eu pego ele!”

O Joãozinho, morrendo de rir por dentro:
– “Há, há, há… Beijei a palma da minha mão e lasquei um tapa na cara desse argentino filho da puta.”

O filho do fazendeiro

Um fazendeiro forasteiro chega à margem de um rio com mais de mil cabeças de gado e pergunta ao Joãozinho:
– Ei, garoto! Este rio é profundo?

Joãozinho, com a maior cara-de-pau, responde:
– Não, senhor. Para o senhor ter uma ideia, a criação do meu pai atravessa esse rio com a água no peito.

Então, o fazendeiro decide passar sua criação pelo rio e, lá pelo meio, todo o gado se afoga.

Desesperado, ele se volta para o Joãozinho:
– Maldito garoto! O que seu pai cria, afinal?!

Joãozinho, sem entender a raiva do fazendeiro, responde tranquilamente:
– Ora, ele cria patos!

Joãozinho, o biólogo

No laboratório, quatro lombrigas encaravam seus destinos em tubos de ensaio: álcool, fumo, esperma e água mineral.

No dia seguinte, o professor, com a seriedade de um cientista maluco, revelou o veredito:
– “Lombriga no álcool? Defunta. No fumo? Finada. No esperma? Bateu as botas. E na água mineral? Vivinha da Silva!”

O professor, com um olhar de “desvendei o mistério da vida”, perguntou:
– “E aí, turma? O que aprendemos?”

Joãozinho, com a sagacidade de um gênio incompreendido, disparou:
– “Fessor, é óbvio! Quem bebe, fuma e fode, não tem lombriga!”

Os sonhos do Joãozinho casado

No meio da noite, a esposa de Joãozinho o acordou com um olhar sonhador.

Esposa:
– “Amor, tive um sonho maravilhoso! Você me dava um colar de diamantes!”

Joãozinho, ainda meio grogue, respondeu:
– “Ah, é? Que interessante…”

Esposa:
– “O que será que significa?”

Joãozinho:
– “Descobrirá no seu aniversário!”

No dia do aniversário, um pacote enorme e brilhante apareceu na porta. A esposa, com os olhos brilhando mais que os diamantes do sonho, rasgou o papel e abriu a caixa. Dentro, um livro com a capa chamativa:
– “O Grande Dicionário dos Sonhos: De A a Z, Seus Pesadelos e Fantasias Decifrados!”

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