O turco pegou dinheiro emprestado do judeu. Acontece que o turco se gabava de nunca ter pagado uma dívida. Por outro lado, o judeu nunca havia perdido nenhum centavo em transação alguma. Passa o tempo e o turco enrolando e só se esquivando do judeu, e este no encalço do turco. Até que um dia eles se cruzaram no bar de um português e começaram uma discussão. O turco, encurralado, não encontrou saída, pegou um revólver, encostou-o na própria cabeça e disse:
– Eu posso ir para o inferno, mas não pago essa dívida. E puxou o gatilho, caindo morto no chão.
O judeu não quis deixar por menos; pegou o revólver do chão, encostou-o em sua própria cabeça e disse:
– Eu vou receber essa dívida, nem que seja no inferno! E puxou o gatilho, caindo morto no chão.
O português, que observava tudo, pegou o revólver do chão, encostou-o em sua cabeça e disse:
– Pois eu não perco essa briga por nada!