Português

Maria e Manuel no Teatro

Maria e Manuel vão ao Teatro Municipal assistir ao espetáculo “A morte do cisne”.

Maria, muito cansada após um longo dia de trabalho, dorme profundamente durante a maior parte da apresentação. Acorda, sem graça, e pergunta ao marido:
– Manuel, dormi. Será que alguém da plateia notou?

Responde o Manuel:
– Da plateia não sei, mas os artistas sim, pois há horas que caminham na pontinha dos pés para não te acordar…

Briga entre bons negociantes

O turco pegou dinheiro emprestado do judeu. Acontece que o turco se gabava de nunca ter pagado uma dívida. Por outro lado, o judeu nunca havia perdido nenhum centavo em transação alguma. Passa o tempo e o turco enrolando e só se esquivando do judeu, e este no encalço do turco. Até que um dia eles se cruzaram no bar de um português e começaram uma discussão. O turco, encurralado, não encontrou saída, pegou um revólver, encostou-o na própria cabeça e disse:

– Eu posso ir para o inferno, mas não pago essa dívida. E puxou o gatilho, caindo morto no chão.

O judeu não quis deixar por menos; pegou o revólver do chão, encostou-o em sua própria cabeça e disse:

– Eu vou receber essa dívida, nem que seja no inferno! E puxou o gatilho, caindo morto no chão.

O português, que observava tudo, pegou o revólver do chão, encostou-o em sua cabeça e disse:

– Pois eu não perco essa briga por nada!

Marimbondo na pescaria

A portuguesinha de 10 anos vai pescar com o pai e volta com o rosto todo inchado.

A mãe, assustada, pergunta:
– Minha filha, o que houve?

– Foi um marimbondo, mamãe!

– Ele te picou?

– Não deu tempo. O papai o matou com o remo.

Sem divergência

Dois portugueses pedalavam suas bicicletas pelo campo e um deles pergunta:
– Onde conseguiste essa tua magnífica bicicleta?

O segundo responde:
– Ontem, estava eu a pé, caminhando por aí, quando surgiu uma deliciosa rapariga com esta bicicleta. Ela atirou a bicicleta ao solo, despiu toda a roupa e me disse: “Pegue o que quiser”.

O outro:
– Escolheste bem! Provavelmente a roupa não te serviria.

Sabes a senha?

Quartel de uma unidade do Exército Português. Tarde da noite. Um jipe se aproxima. Manuel é o sentinela. Fica aflito. Pega uma arma, aponta para o carro e pergunta:

– Sabes a senha?

– Sei – responde o motorista.

– Ah, então está bem, podes entrar.

Pinto errado…

Manuel e Joaquim viajavam e anoiteceu. Chegaram num hotel e pediram dois quartos:

– Tem só um e a cama é de casal! – disse o recepcionista.

Amigos de longa data, ambos disseram que não teria problema. No meio da noite, Manuel percebe movimentos repetitivos sob o lençol. Incomodado, pergunta a Joaquim:

– O que estás a fazeire?

– Estou a bater punheta!

– Mas este pinto é meu!

– Raios! Então é por isso que eu não gozo!

Burro? Eu?

Um português comprou um par de sapatos de cromo alemão.

O vendedor o alertou que costumavam apertar nos primeiros 5 dias.

Não tem problema, disse ele, só vou usá-los no domingo que vem.

 

Burro não, aquela coisa …

Dois portugueses caminhavam na madrugada. Escuridão total.

Manoel resolveu fumar. Pôs o cigarro na boca, acendeu um palito e deu para o Joaquim segurar.

Segure este palito aceso para eu procurar o diabo do isqueiro para acender meu cigarro.

Depende do tempo

Manuel chega na zona e pergunta pra cafetina:
– Quanto está a custaire o coito com uma das meretrizes?

– Depende do tempo – diz a cafetina.

– Pois baim… suponhamos que chova!

O Shampoo Ideal

Manuel está tomando banho e grita para Maria lhe trazer um shampoo. Ela leva a embalagem, mas logo em seguida, ele grita novamente:
— Ô Maria, me traz outro shampoo.

— Mas eu já te dei um agorinha mesmo, homem!

— É que aqui está dizendo que é para cabelos secos, e eu já molhei os meus.

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