Português

Censura Portuguesa

No bar do Manuel, o grupo de amigos, sentados numa mesa tomando umas e outras, comentava:
– Cê viu aquele gol do Corinthians contra o Flamengo?

Nisso o português interrompe:
– Por favor, senhores. Eu peço que não discutam futebol aqui no meu bar porque sempre acaba em briga.

Os caras partem pra outro assunto:
– Ô, Zé, cê é católico ou espírita?

O português interrompe de novo:
– Senhores, por favor, religião eu não quero que discutam aqui no meu bar, porque sempre acaba em briga.

Os caras mudam de assunto, já de saco cheio:
– Que cê acha desse governo?

E o português corta em cima:
– Pelo amor de Deus, senhores! Não me falem em política aqui no bar porque sempre acaba em briga também!

Um deles lascou:
– Porra Manuel, que merda de bar é este aqui que não se pode falar de futebol, religião, política… Pelo menos de sexo posso falar?

O português pensou e autorizou:
– Bain, de sexo pode.

– Então vai tomar no seu enrugadinho…

Português educado

O português estava dentro do elevador e não teve jeito… Por mais que tentasse, não conseguiu segurar e deixou escapar um peido. Tinha um monte de gente e ele ficou meio sem graça. Um cara encrenqueiro que estava junto com a mulher gritou:
– Português safado! Como é que você tem a coragem de peidar na frente da minha mulher?

E o português:
– Desculpa… num sabia que era a vez dela!

Anestesista Lusitana

O anestesista português chega pro médico e diz:

– Doutoire… o senhor me pediu anestesia local… Mas acuntece qui aqui no vidro está escritu que o produto foi fabricadu na Alemanha… O que que eu faço?

Portuga e os óculos

Lá no escritório, o português fala pro amigo:

– Escuta… tu me empresta teus óculos, que precisu escreveire uma carta?!

– Mas, Joaquim… Meus óculos são para longe!

– Não tem importância! A minha carta tambaim!

Manuel e a melancia

O Manuel, fazendo feira, deu de cara com aquela puta melancia rajada e compridona e foi logo perguntando ao feirante:
– Que porra de fruta é esta?

E o feirante:
– É melancia!

– Ora pois, que esta eu não conhecia. Conheço aquela redonda.

E o feirante:
– É… mas esta é muito boa. Doce feito mel.

Manuel pensou e concordou:
– Então vou levar. Mas me ensina como é que corta ela!

E o feirante explicou:
– É simples: o senhor tem que cortar ela no centro.

E o português não teve dúvidas. Foi até a Praça da Sé, no centro da cidade de São Paulo, comprou um facão e tchan, cortou a melancia.

Portuga e o arado

O português, lá na fazenda dele, precisava de um arado, porque ele plantava milho, arroz, etc… E o vizinho japonês vendeu pra ele um arado todo incrementado. Só que o português não sabia manejar o arado. Engatou no trator e nada… O portuga ficou puto da vida e ligou pro japonês:
Trrrimmm! – toca o telefone.

E o japonês do outro lado:

– Arô!

E o português:

– Arô, a puta que te pariu!

Jogador Lusitano

Na segunda-feira, o atacante português começou a explicar como cobrou o pênalti:

– Pois é… Na hora de eu chutar o pênalti, o goleiro começou a fazer guerra de nervos comigo. Ele dizia, sem parar:

“Se você chutar no canto esquerdo, eu pego, se chutar no direito, eu pego, se chutar no centro eu pego…”

– E o que cê fez, Manuel?

– Chutei fora e ferrei ele…

O Português e o Bebê

Voltando para casa com o bebê recém-nascido, a mulher do português dizia:

– Meu filhinho, meu filhinho…

– Ô Maria… esse bebê não é teu filho!

– Como não, Manuel, se fui eu que pari, ele saiu de dentro de mim?

– Aí que tu te enganas! Esqueceu que ontem, lá na maternidade, tu me pediste pra trocar o bebê?

Naufrago português

O português, náufrago em uma ilha deserta, vê uma moça gostosíssima, que vem pelas águas, apoiada em um barril.

Depois que ele a tira da água, ela diz:
– Por você me ajudar, vou lhe dar algo que você não vê há muito tempo!

E o português:
– Não vais me dizeire que tem chope dentro do barril!

Em alto-mar

Dois portugueses nadando desesperadamente atrás do navio. Um deles fala:

– Eu não te falei, Manuel, que aquela não era a porta do banheiro?

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