Maria, a empregada, com um rio de lágrimas no rosto, arrastava a mala para a porta, pronta para a fuga.
Dona Filó, com a sobrancelha arqueada, perguntou: “Maria, pra onde você vai com essa mala?”
Maria: “Voltar pra minha terra, dona Filó! Lá é o meu lugar de morrer!”
Dona Filó: “Mas o que aconteceu, menina? Tá tudo bem?”
Maria: “A senhora mesma diz que o doutor é um gênio da medicina, nunca erra um diagnóstico…”
Dona Filó: “E daí?”
Maria: “É que hoje, antes de sair, ele apertou meu bumbum e disse: ‘Dessa noite você não escapa!'”











