Assaltante baiano

– “Ói, meu rei… (pausa)

– Isso é um assalto, visse?… – (longa pausa).

– Levante os braços, mas não se avexe não… – (outra pausa).

– Se num quiser nem precisa levantar, pra num ficar cansado…

– Vá passando a grana, vá, mas passe bem devagarinho (pausa pra pausa).

– Num repare se o berro está sem bala, mas é pra não ficar muito pesado.

– Não esquente, meu irmãozinho, (pausa), relaxe.

– Vou deixar seus documentos na encruzilhada. Massa? Joia!

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