Estava fazendo umas contas aqui: o dinheiro que eu tenho , dá prá eu viver sem trabalhar até minha morte.
Mas pelo jeito, tenho que morrer hoje.
Estava fazendo umas contas aqui: o dinheiro que eu tenho , dá prá eu viver sem trabalhar até minha morte.
Mas pelo jeito, tenho que morrer hoje.
O amigo bebim pergunta ao companheiro de cachaças: quando você chega mamado em casa, sua mulher enche o saco?
Não, respondeu o outro. Sou SOLTEIRO.
Então, por que é que você bebe e chega mamado em casa?
Em um ônibus circular, um cara super-chato senta ao lado do Cobrador e começa a perguntar:
Se o meu pai fôsse um Gato, e minha mãe, uma Gata, eu seria o que?
O cobrador, super-ocupado, não responde.
E o chato: um gatinho, uai…
O chato continua: se o meu pai fôsse um Leão, e minha mãe, uma Leoa, eu seria o que?
O cobrador, meio puto da vida, nem dá atenção ao chato.
E o chato: um leãozinho, uai…
O chato continua: se o meu Pai fôsse um Cachorro, e minha Mãe uma Cachorra, eu seria o que?
O cobrador, já nas últimas, xinga o chato, mas não reponde
O chato: um cachorinho, uai.
Nisso, o Cobrador resolve dar bola ao chato, e diz: agora é minha vez, seu filho da puta: se o seu Pai fôsse um VIADO, e sua Mãe fôsse uma PUTA, você seria o que?
O chato: um COBRADOR de ÒNIBUS, uai.
Ninguém vai a Florianópolis sem ganhar um apelido…
Um viajante apostou, no entanto, que ficaria uma semana na cidade sem levar um apelido. Chegou de madrugada a um hotel em frente à praça principal e instalou-se no último andar.
Pediu que deixassem suas refeições na porta do quarto.
Curioso, de hora em hora espiava a praça, abrindo a janela, colocando a cabeça para fora rapidamente e fechando-a em seguida.
Passada a semana, desceu à praça e sentou-se numa cadeira de engraxate. Este, sorridente, disse:
– Vai graxa ou tinta, seu Cuco?
Certo dia um cara chamado José inventou de casar. Sua esposa engravidou, e 9 meses depois, quando ela foi fazer o parto, era gravidez psicológica, só ‘vento’. Aí colocaram um apelido em José, que passou a ser chamado de ‘Zé do Vento’.
Onde ele passava os caras gritavam: “Zé do Vento, Zé do Vento”. Ele se enraivou e começou matar gente. Quem o chamava de Zé do Vento ele matava.
Certo dia o padre lhe chamou e disse:
– Faça isso não, você está pecando diante de Deus, só porque lhe chamam de Zé do Vento.
Zé do Vento falou:
– Tudo bem padre, não farei isso mais.
Quando saiu da igreja, o padre ouviu uns tiros, quando olhou, era Zé do Vento.
O padre disse:
– Mas Zé, você acabou de prometer diante de Deus, e ainda continua?
Zé do vento falou:
– Padre, Zé do Vento até que vai, mas pedir meu pinto para encher pneu de bicicleta eu não aceito não.
A mãe chamou o filho e disse:
– Filhinho! Amanhã eu vou fazer uma feijoada completa. Liga pro açougue e vê se tem tudo isso aqui!
A mãe deu a lista de ingredientes pro garoto, que telefonou para o açougue.
– É o açougueiro?
– É sim…
– O senhor tem pé de porco?
– Tenho.
– Tem orelha de porco?
– Tenho.
– Tem costela de porco?
– Tenho.
– Tem rabo de porco?
– Tenho.
– Tem focinho de porco?
– Tenho.
– Nossa, como o senhor é feio!
O menino era um capetinha. Não dava sequer um segundo de sossego. Os pais precisaram sair e deixaram o garoto trancado dentro de casa.
O garoto, muito esperto, subiu num armário, tirou três telhas do teto e escapou pelo buraco. Quando os pais voltaram, viram ali o buraco e trataram logo de arrumar.
O marido, que era muito magrinho, subiu nas costas da mulher, que era uma gorda enorme, e começou a tampar o buraco, colocando novamente as telhas no lugar.
Tocam a campainha e o garoto foi atender.
– Seu pai está?
– Ele tá, sim senhor, mas não pode atender agora.
– Por que não?
– Porque ele tá em cima da minha mãe, tampando o buraco por onde eu saí!
Uma cara comenta, numa roda:
– Imagine que esta noite eu sonhei que estava numa ilha deserta, e lá estavam: Cláudia Raia, Patrícia Pillar, Isadora Ribeiro, Cláudia Ohana… completamente peladas!
E alguém fala:
– Porra, meu… que chance, que sorte, hein?
– Sorte porra nenhuma! Eu era a Angélica, pô!