Top 100

Isso não é vida!

No consultório, o paciente pergunta:
– Doutor, o senhor acha que eu tenho chances de viver até os 100 anos?

– Você fuma? – pergunta o médico.

– Nunca fumei.

– Bebe?

– Detesto bebida.

– E a sua alimentação? Como é?

– Sempre evitei gorduras e não como carne.

– O senhor joga, dirige em alta velocidade, sai com mulheres?

– Não costumo fazer nada disso.

O médico analisando o caso, pergunta finalmente:
– Cá entre nós. O senhor quer viver até os 100 para quê?

Despistando o maníaco

Um maníaco perseguia três mulheres: uma morena, uma ruiva e uma loira. Numa tentativa de despistar o maníaco, elas entraram num beco onde havia três sacos. Cada uma se enfiou dentro de um. O maníaco se aproximou e empurrou o primeiro saco onde estava a morena.

– Miau! – murmurou ela.

Então foi até o segundo saco, onde estava a ruiva. Cutucou-o.

– Au, au! – disse a ruiva.

Tentou o terceiro saco, onde a loira estava escondida. E, quando ele empurrou o saco, a loira respondeu:

– Batatas!

Muito “bobinha”…

O Francisquinho, muito sacana, chama a Mariazinha, que ele julgava ser bobinha, e pede pra ela pegar na pontinha do pintinho dele e diz:
– Mariazinha, abaixa a pele do meu pintinho, que eu te dou uma bala…

Ela abaixou. E ele diz:
– Agora levanta, que eu te dou outra bala!

Ela levantou, e ele:
– Abaixa que eu te dou outra bala, levanta que eu te dou outra bala, abaixa que eu te dou outra bala, levanta…

Ela interrompe, dizendo:
– Peraí! Se eu tocar uma punhetinha cê me dá um saco de bala?

Manuel e a melancia

O Manuel, fazendo feira, deu de cara com aquela puta melancia rajada e compridona e foi logo perguntando ao feirante:
– Que porra de fruta é esta?

E o feirante:
– É melancia!

– Ora pois, que esta eu não conhecia. Conheço aquela redonda.

E o feirante:
– É… mas esta é muito boa. Doce feito mel.

Manuel pensou e concordou:
– Então vou levar. Mas me ensina como é que corta ela!

E o feirante explicou:
– É simples: o senhor tem que cortar ela no centro.

E o português não teve dúvidas. Foi até a Praça da Sé, no centro da cidade de São Paulo, comprou um facão e tchan, cortou a melancia.

Refugiado de Guerra

O Turco vai se confessar:
– Padre, há 20 anos eu abriguei um refugiado de guerra. Qual o meu pecado?

– Meu filho, nisso não há pecado, você fez uma caridade!

– Mas, padre, eu cobrei aluguel dele.

– Tem razão, meu filho, isso é pecado! Reze 3 Ave-Marias e um Padre-nosso…

– Só mais uma pergunta, padre! Devo falar pra ele que a guerra acabou?

Anão assaltante

O anão chega no banheiro e pede pra um cara bem alto, que está mijando:
– “Moço… Me bota em pé nesse banquinho, pra eu mijá também?”

Quando o grandão coloca ele no banquinho, imediatamente o anão agarra no saco dele e diz:
– “Isto é um assalto. Ou você me dá a carteira, ou eu pulo do banquinho!”

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