Barulhos estranhos
Uma noite, vi uma mulher sentada atrás de uma lixeira. Então eu a levei para casa.
Conversei com ela ate lá. Quando chegamos, dei-lhe um banho.
Mais tarde, as coisas começaram a ficar excitantes. Começamos a fazer relações sexuais e com alguns barulhos que ela fazia, chegava até dar a impressão de que ela ainda estava viva.
Solução drástica
O homem estava prestando depoimento na delegacia.
– Por que o senhor matou sua esposa?
– Porque ela estava me traindo!
– E por que o senhor matou a mulher e não o amante dela?
– Ora, seu delegado, é melhor matar uma mulher só do que um sujeito diferente toda semana!
Casamento entre irmãos
Depois de dois dias de namoro, um casal decide se casar. Mas logo o pai do noivo foi contra, e explicou: meu filho, você não pode se casar com esta moça. Por que?, pergunta o noivo, indignado.
Ela é sua irmã, respondeu o velho.
O noivo saiu aos prantos para falar com sua mãe: mãe, não vou poder me casar, pois minha noiva é minha irmã.
Eu ouvi a conversa, diz a mãe. Pode se casar sim, pois você não é filho do seu pai.
Censura Portuguesa
No bar do Manuel, o grupo de amigos, sentados numa mesa tomando umas e outras, comentava:
– Cê viu aquele gol do Corinthians contra o Flamengo?
Nisso o português interrompe:
– Por favor, senhores. Eu peço que não discutam futebol aqui no meu bar porque sempre acaba em briga.
Os caras partem pra outro assunto:
– Ô, Zé, cê é católico ou espírita?
O português interrompe de novo:
– Senhores, por favor, religião eu não quero que discutam aqui no meu bar, porque sempre acaba em briga.
Os caras mudam de assunto, já de saco cheio:
– Que cê acha desse governo?
E o português corta em cima:
– Pelo amor de Deus, senhores! Não me falem em política aqui no bar porque sempre acaba em briga também!
Um deles lascou:
– Porra Manuel, que merda de bar é este aqui que não se pode falar de futebol, religião, política… Pelo menos de sexo posso falar?
O português pensou e autorizou:
– Bain, de sexo pode.
– Então vai tomar no seu enrugadinho…
No lugar certo
Depois de várias piadas sobre machões dos pampas, o carioca, o paulista e o mineiro perguntam qual o motivo da tristeza do gaúcho, pois ele não riu de nenhuma das piadas.
Então o gaúcho contou sua triste estória:
– Eu morava em Passo Fundo, tchê, e fui corneado por minha mulher, aquela china.
Assustados, os três perguntam o que o gaúcho fez.
E ele resolve contar:
– Peguei um avião com destino ao Rio de Janeiro e lá deixei minha mulher, porque lá é lugar de puta. A criança, deixei em São Paulo, lugar de filha-da-puta, e fui para Minas Gerais, que é lugar de corno.
Gaúcho e a vaca louca
A repórter vai entrevistar o gaúcho ao vivo e…
Ela começa a gravar…
— Boa noite, senhor. Nós estamos aqui para ouvir sua opinião. O que o senhor atribui a razão principal das vacas terem apanhado a chamada doença da vaca louca?
O gaúcho uruguaianense olhou para a moça e respondeu:
— Tu sabia que o touro “come” a vaca somente uma vez por ano?
A repórter, visivelmente embaraçada, fala:
— Bem, senhor, eu não sabia… informação interessante, mas o que isso tem a ver com a doença?
— Tu sabia que as vacas são ordenhadas quatro vez por dia?
— Senhor, novamente agradeço a informação, mas porque não vamos diretamente ao ponto central da minha pergunta: a que o senhor atribui o fenômeno da vaca louca?
O fronteiriço visivelmente irritado, responde:
— Mas tchê! Imagine se eu ficasse bulinando tuas tetinhas quatro vez por dia, e só trepasse uma vez por ano. Tu também não ficaria louca???
Cooooorta!
Manuel e o guarda
Manuel foi visitar um arranha-céu. Quando estava lá no alto, olhou para baixo e viu (bem pequenininho, obviamente) o que parecia ser um guarda multando seu carro. Começou a descer as escadas correndo e a cada andar olhava de novo para baixo: a cena, cada vez maior, realmente parecia ser um guarda multando seu carro.
Ao chegar lá embaixo, encontrou o guarda já indo embora:
– O senhoire aplicou essa multa no meu carro?
– Apliquei, sim! O senhor está estacionado em local proibido.
– Mas o senhoire não pode fazer isso! Justo comigo, que te conheço desde que eras pequenininho…
Vingança do português
A filha do português chegou chorando na casa do pai e falou:
– Ai, papai, que desgraça! O Carlinhos me bateu… Ele me deu uma surra, papai! Tô arrasada!
E o português:
– Então esse desgraçado teve a coragem de fazeire isto pra ti, hein? Ele te bateu?
Dito isso, não é que o seu Manuel encheu a filha de porrada? Ele também deu uma surra de pobre coitada que só vendo…
– Tá vendo? Agora estou vingando! Vai lá e diga praquele cretino que ele bateu na minha filha e eu estou aqui vingando: Eu bati na mulher dele!
Joãozinho não mente…
Era uma manhã tranquila na escola, até que a professora resolveu testar os conhecimentos da turma sobre tempos verbais. Com um sorriso paciente, ela olhou para os alunos e disse:
— Atenção, turma! Vamos falar sobre passado e presente.
Joãozinho, me responda: se eu digo “já fui bonita”, em que tempo verbal está a frase?
Joãozinho, que estava rabiscando um bonequinho no caderno, ergueu os olhos e respondeu sem hesitar: — Fácil, fessora! É passado!
A professora sorriu, satisfeita. — Muito bem!
Agora me diga… e se eu disser “sou bonita”, o que é?
Joãozinho franziu a testa, coçou o queixo e olhou para o teto, como se estivesse refletindo profundamente. Depois de alguns segundos de silêncio dramático, abriu um sorrisinho travesso e soltou:
— Bom, fessora… nesse caso, é uma total ilusão!…











