Piadas

Só mais dez de vida

Então um médico entra no quarto de um paciente moribundo.

Ele olha o homem de cima a baixo e diz:
– Sinto muito, você só tem mais dez de vida.

O homem sorri nervosamente e pergunta:
– Tem dez o que doutor? Anos? Meses? Semanas? Dias?

O médico calmamente olha para ele e responde:
– Só tem nove agora.

Cigana

Depois de um grande quebra-pau com a sogra, um sujeito saiu furioso de casa, e se deparou com uma cigana, que começou ler sua mão.

– Vejo aqui que o senhor tem problemas com uma pessoa de sua casa… E que vocês brigam bastante! Mas não se preocupe! Vejo aqui que essa pessoa vai morrer em breve de maneira violenta!

– E diz aí se eu vou ser absolvido?

Amigo desaparecido

Um cara chega ao necrotério:
– Estou procurando por um amigo meu que se afogou ontem.

– Pode me dar algum sinal particular do seu amigo para que eu possa identificá-lo?

– Sim, ele era surdo-mudo.

Saudades do Rio Grande

O gaúcho chegou na Bahia e procurou logo uma vendedora de acarajé. Pediu um, cheio de marra, e a baiana quis saber:
– Tu quer quente ou frio? – perguntou.

Sem saber o que era “quente ou frio”, o machão dos pampas mandou ver:
– Claro que é quente, tchê! Em minha terra se toma chimarrão fervendo …

A baiana tascou pimenta no acarajé do gaucho e deu pra ele comer. Depois do primeiro mordidão, começou a escorrer lágrimas dos olhos do malandro. E a baiana, se mijando de rir:
– Oxente, gaúcho, por que você tá chorando!

E ele, sem perder a pose:
– Nada não, chica. É saudade do meu Rio Grande!

O machão

Alfredo está cabisbaixo em um bar, olhando para o seu copo, quando de repente surge um valentão, que chuta a cadeira que está à sua frente, pega seu copo, e de um só gole, bebe todo o líquido. E diz: e aí, não vai reagir?

Vou nada!!! Eu vou é embora prá casa, de onde eu nem devia ter saído…

Hoje cedo briguei com minha mulher, saí de casa com raiva, batí o carro, cheguei atrazado ao serviço, e fui demitido!

Voltei para casa mais cedo, e peguei minha mulher com o vizinho…

Aí então, sento aqui no bar, vem você e toma o meu VENENO!!!

 

Beber prá que?

Dois amigos conversando:

– Sua mulher lhe enche o saco quando você chega bêbado em casa?

– Não, sou solteiro.

– Então, por que você bebe?

Intimação da Receita Federar

Carzeduardo comenta com sua esposa, a Bastiana:

– Muié, ricibi uma intimação da Receita Federar. Caí na maia fina! Ocê acha que devo cumparecê à odiência com o fiscar de bota e carça de sirviço, pra parecê mais simpre, o di rôpa de saí, pra passá uma imagi de seriedade?

– Home, vô dizê a mema coisa que minha mãe mi falô quando preguntei prela si divia di usá carcinha di renda ô di seda, na noite di núpcia.

– E quié qui foi qui sua mãe falô? –

Ela falô:

– “Tanto faiz! Ele vai fudê ocê de quarqué jeito!”

Sem divergência

Dois portugueses pedalavam suas bicicletas pelo campo e um deles pergunta:
– Onde conseguiste essa tua magnífica bicicleta?

O segundo responde:
– Ontem, estava eu a pé, caminhando por aí, quando surgiu uma deliciosa rapariga com esta bicicleta. Ela atirou a bicicleta ao solo, despiu toda a roupa e me disse: “Pegue o que quiser”.

O outro:
– Escolheste bem! Provavelmente a roupa não te serviria.

Então larga que vou embora!

Oito horas da noite, e dois caipiras namorando na varanda da fazenda do pai da moça.

O rapaz pergunta: “Inocência, me dá um beijo???”  Inocência responde: “não… tenho vergonha!!”

Nove horas da noite: “Inocência, me dá um beijo???”  “Eu não, tenho vergonha…”

22 horas, a mesma coisa.

Meia-noite, a mesma resposta. Aí, o caipira, já de saco cheio, diz: “Então larga do meu pinto, que eu vou embora dormir!!!”

 

Momento derradeiro

O nono estava hospitalizado, e os filhos, netos e bisnetos vieram de todos os cantos do mundo para vê-lo. Os médicos deixaram que os parentes levassem-no embora, para cumprir seu último desejo, de morrer em casa, ao lado de seus queridos. No quarto, as visitas foram se revezando, para tentar consolar o nono e dar-lhe conforto em seu derradeiro momento. De repente, o nono sentiu um aroma de comida que vinha da cozinha. Era a nona tirando do forno uma fornada de pastiere. Os olhos do nono brilharam e ele se reanimou. Então, pediu ao bisneto, que estava ao lado da cama:

– Piccolo mio, vá lá na cojina e pede um pedaxo de pastiere pra nona.

O garoto foi e voltou muito rápido.

– E o pastiere? – perguntou o nono.

– A nona disse que não!

– Ma per que non, porca miséria?

– A nona disse que é pro velório!!!