Felizardo
O marido pergunta à esposa:
– O que você faria se eu ganhasse na loteria?
Ela diz:
– Eu pegaria a minha metade e deixaria você, seu besta!
– Excelente! – responde ele.
– Ganhei 12 reais, pega aqui seus 6 e some!
Cigana
Depois de um grande quebra-pau com a sogra, um sujeito saiu furioso de casa, e se deparou com uma cigana, que começou ler sua mão.
– Vejo aqui que o senhor tem problemas com uma pessoa de sua casa… E que vocês brigam bastante! Mas não se preocupe! Vejo aqui que essa pessoa vai morrer em breve de maneira violenta!
– E diz aí se eu vou ser absolvido?
Vá lavar a mão…
Um casal de namorados estava naquele amasso na casa da moça, com dedo na perseguida, coisa e tal, quando a futura sogra, para ser agradável, prepara um belo suco de laranja com bolinhos, para a dupla.
O rapaz comeu, bebeu, e para fazer média , diz:
– Parabéns, sogrinha!!! Estes bolinhos de bacalhau estão uma delícia!!!
E a futura sogra:
– Vá lavar as mãos, seu moleque!!!
– Estes bolinhos são de arroz!!!!!
Bicadas
A mãe gaúcha não sabe como explicar à filha que vai se casar o que é que vai acontecer na primeira noite.
De repente, tem uma ideia e leva a chica até o galinheiro.
Tá o galo lá, firme, trabalhando. A menina observa, presta muita atenção, e a mãe explica que a coisa será mais ou menos assim.
Na noite de núpcias, o jovem Sandrinho, de Santa Maria, vem para o quarto, já de pijama. A moça lá, enfiada debaixo das cobertas. Ele a descobre e leva um susto: a mocinha está nuinha, mas com o maior capacete no alto da cuca.
– Bah, tchê! Que é isso? – pergunta o marido.
E ela:
– Você pode fazer o que quiser comigo. Menos bicar a minha cabeça.
Só duas coisas…
Cidadão tinha uma mulher muito, mas muito feia…
Certa vez ela perguntou ao marido o que gostaria que fosse mudado nela.
Resposta:
– Só duas coisas: a cara e o resto!
Produto da Terra
Viajavam em um trem um gaúcho, um mineiro, um carioca, um paulista e um baiano. Lá pelas tantas, o gaúcho abriu a sacola, pegou um belo pedaço de carne, mordeu uma pequena parte e jogou o restante pela janela. Todos observaram aquilo com um certo espanto. O gaúcho justificou:
– Bah, tchê!! Isso é o que mais tem na minha terra!
Passado algum tempo, o mineiro abriu a sacola, pegou um pedaço de queijo e repetiu o gesto do gaúcho. Todos os outros olharam para ele, espantados, e o mineiro disse:
– Uai, sô! Isso é o que mais tem na minha terra!
Mais um tempinho e foi a vez do carioca. Abriu a sacola, pegou um baseado de uns 20 centímetros (parecia um charuto cubano), acendeu, puxou, prendeu, soltou e jogou o resto pela janela. O espanto geral se repetiu! E o carioca:
– É isso aí, mermão. Isso é o que mais tem na minha terra!
Passaram-se uns vinte minutos, o silêncio já reinava no vagão, quando, de repente, o paulista, sem nada dizer, levantou-se e…jogou o baiano pela janela.
Naufrago português
O português, náufrago em uma ilha deserta, vê uma moça gostosíssima, que vem pelas águas, apoiada em um barril.
Depois que ele a tira da água, ela diz:
– Por você me ajudar, vou lhe dar algo que você não vê há muito tempo!
E o português:
– Não vais me dizeire que tem chope dentro do barril!
Briga entre bons negociantes
O turco pegou dinheiro emprestado do judeu. Acontece que o turco se gabava de nunca ter pagado uma dívida. Por outro lado, o judeu nunca havia perdido nenhum centavo em transação alguma. Passa o tempo e o turco enrolando e só se esquivando do judeu, e este no encalço do turco. Até que um dia eles se cruzaram no bar de um português e começaram uma discussão. O turco, encurralado, não encontrou saída, pegou um revólver, encostou-o na própria cabeça e disse:
– Eu posso ir para o inferno, mas não pago essa dívida. E puxou o gatilho, caindo morto no chão.
O judeu não quis deixar por menos; pegou o revólver do chão, encostou-o em sua própria cabeça e disse:
– Eu vou receber essa dívida, nem que seja no inferno! E puxou o gatilho, caindo morto no chão.
O português, que observava tudo, pegou o revólver do chão, encostou-o em sua cabeça e disse:
– Pois eu não perco essa briga por nada!
Manuel e a melancia
O Manuel, fazendo feira, deu de cara com aquela puta melancia rajada e compridona e foi logo perguntando ao feirante:
– Que porra de fruta é esta?
E o feirante:
– É melancia!
– Ora pois, que esta eu não conhecia. Conheço aquela redonda.
E o feirante:
– É… mas esta é muito boa. Doce feito mel.
Manuel pensou e concordou:
– Então vou levar. Mas me ensina como é que corta ela!
E o feirante explicou:
– É simples: o senhor tem que cortar ela no centro.
E o português não teve dúvidas. Foi até a Praça da Sé, no centro da cidade de São Paulo, comprou um facão e tchan, cortou a melancia.
Natal ou sexo…
Dois velhinhos conversando:
Você gosta mais de SEXO ou do NATAL?
De sexo, é claro…
NATAL tem todo ano… ENJÔA!!!











