“Sem paciência”
O pescador diz pro caipira mineirinho:
– Você está aí já há quatro horas me vendo pescar. Não quer tentar?
– Num tenho paciência pra isso não, seu moço!
Zoinhos
Baiano foi a um forró e tomou um porre daqueles inesquecíveis. Mesmo assim, tentou voltar pra casa, no meio da madrugada. Andou, andou, mas num aguentou: caiu todo enrolado na beira do caminho, e já caiu roncando.
Estava ele ali roncando no frio da manhã, quando uma cobrinha veio vindo, veio vindo, procurando calor, enfiou-se pela calça do baiano e acabou se aninhando no capinzal negro e enroscadinho que fica ali na altura da braguilha.
O dia amanheceu, ele acordou, esfregou os olhos, se sentou na beira do caminho e resolveu fazer o primeiro xixi do dia. Meio zonzo ainda, abriu a braguilha, meteu a mão lá dentro e, em vez do pinto, trouxe a cobra.
E olhou espantado pra aquela coisa na sua mão:
– Que é isso, Bidu? Essa boquinha eu sabia que você tinha, visse? Mas esses dois zoinhos, pra mim é novidade!
Nua na cama
O marido chega em casa e encontra sua mulher na cama, completamente nua. O que aconteceu, Clarice?
Nada! é que nenhum dos meus vestidos é confortável, e estão todos velhos!
Como? diz o marido, abrindo o armário. Na semana passada você comprou três modelos. E olha este vermelho, o azul, o cinza-claro, o ALBERTO, o verde…
Joãozinho, o biólogo
No laboratório, quatro lombrigas encaravam seus destinos em tubos de ensaio: álcool, fumo, esperma e água mineral.
No dia seguinte, o professor, com a seriedade de um cientista maluco, revelou o veredito:
– “Lombriga no álcool? Defunta. No fumo? Finada. No esperma? Bateu as botas. E na água mineral? Vivinha da Silva!”
O professor, com um olhar de “desvendei o mistério da vida”, perguntou:
– “E aí, turma? O que aprendemos?”
Joãozinho, com a sagacidade de um gênio incompreendido, disparou:
– “Fessor, é óbvio! Quem bebe, fuma e fode, não tem lombriga!”
Cadáveres sorrindo
Três cadáveres são entregues no necrotério. Cada um deles tem um grande sorriso no rosto.
O legista examina os corpos e depois liga para a polícia para contar o que aconteceu.
– Primeiro corpo, um senhor de sessenta anos, morreu de insuficiência cardíaca enquanto fazia amor com sua amante. Daí o motivo desse sorriso enorme. Diz o legista.
– Segundo corpo, jovem de vinte e cinco anos, ganhou cem mil reais na loteria, gastou tudo em bebidas e drogas. Teve uma overdose. Estava muito doidão, dai o motivo do sorriso.
O inspetor então pergunta:
– E quanto ao terceiro corpo?
– Ah, este é o mais incomum. Um homem do interior, quarenta anos, recém chegado à cidade, atingido por um raio.
– Por que ele está sorrindo então? Pergunta o inspetor.
– Ele pensou que estavam tirando uma foto.
De bom, só a Covid…
– E aí Afonso, tudo bem?
– Bem nada, tudo péssimo.
– Como péssimo, com uma Ferrari na garagem?
– Deu perda total em um acidente. E o pior é que o Seguro estava vencido.
– Bem, vão-se os anéis e ficam os dedos. E aquele filhão inteligente?
– Estava dirigindo a Ferrari. Morreu.
O amigo tenta fugir daquele assunto tão trágico:
– E aquela sua filha que mais parecia uma modelo?
– Pois é, estava junto com o irmão e morreu também. Só a minha mulher não estava no carro.
– Graças a Deus. Como ela vai?
– Fugiu com o meu sócio.
– Bem, pelo menos a Empresa ficou só para você.
– Ela fugiu com ele porque me roubaram tudo. Deixaram a Empresa falida. Estou devendo milhões.
– Pôxa vida, então vamos mudar de assunto. E seu time?
– Torço para o Botafogo.
– Pelo amor de Deus!!! Afonso, você não tem nada de POSITIVO?
– Sim, COVID 19.
AIDS x Joaquim
Um português , chamado Manoel, viaja para outra cidade, e liga para a esposa, preocupado:
Maria, estou com AIDS.
E a mulher: tudo bem, eu estou com Joaquim.
Morte Fulminante
Mais uma vez, uma pessoa da família de Joãozinho morre de “morte fulminante”. Intrigado, o menino vai até sua mãe e pergunta:
Joãozinho: — Mamãe, me explica uma coisa… Por que, na nossa família, as pessoas morrem tão rápido? Sem nem ficarem doentes? E ninguém percebe? Hein, mãe? Mãe??? MÃE??? FALA COMIGO, MÃEEEEEE!!!
Pimba!
Uma linda gauchinha, depois de se casar, foi morar noutra cidade.
Alguns dias depois a mãe dela recebeu uma carta:
– “Querida mamãe. Estou adorando a vida de casada. O Sandrinho é um marido maravilhoso, cheio de atenções e muito carinhoso. Só acho, mamãe, que o Sandrinho é um pouco exagerado, sabe. Ardente demais. Imagina a senhora que ele não me dá sossego, mamãe. Eu posso estar na cozinha, quietinha, fazendo um bife, ele chega e me agarra ali, na hora. Eu não tenho tempo nem de reagir. Eu estou vendo televisão, por exemplo, ele chega por trás e pimba. É o tempo todo assim, pimba, pimba, só a senhora vendo. Não me dá sossego, é a toda hora, o dia todo, sem parar. Ele é malucão, mamãe. Mas, eu estou muito feliz. Beijinhos. Margarida.”
E logo abaixo vinha o PS:
– “Mamãe, desculpe a letra tremida.”
Camisinha preta
Um fuzileiro naval, todo arrumado, em uniforme de gala, chega a uma farmácia e pede à atendente uma camisinha preta. Ela, admirada, diz:
– Camisinha preta? Nós não temos! Aliás, o senhor me desculpe a curiosidade, mas para que o senhor quer uma camisinha preta?
– É que minha sogra morreu, e eu quero transar com minha mulher, mas quero demonstrar pelo menos algum sinal de luto.
– Poxa vida! – exclama a moça. – Eu nunca havia pensado nisso. Mas o senhor faz o seguinte: use uma comum a meio pau que é a mesma coisa!











