O diretor da fábrica, reunido com seus vendedores, fala sobre o consumo de mercado. Então ele diz?
– No ano passado, o consumo de papel higiênico foi de oitenta rolos por cabeça!
Aí um dos vendedores, assustado, pergunta:
– Como, “por cabeça”?
O diretor da fábrica, reunido com seus vendedores, fala sobre o consumo de mercado. Então ele diz?
– No ano passado, o consumo de papel higiênico foi de oitenta rolos por cabeça!
Aí um dos vendedores, assustado, pergunta:
– Como, “por cabeça”?
O jovem vai pedir a mão da filha de um milionário.
– Então você quer se casar com minha filha? Pois bem: a minha resposta depende da sua situação econômica.
E o jovem:
– Ihhh…, agora atrapalhou tudo, por que a minha situação econômica depende da sua resposta!
No confessionário, o cara pergunta:
– Padre… quando estou fazendo amor, é pecado falar com minha mulher?
– Depende… em que momento do ato, você fala com sua mulher?
E ele:
– Quando ela me telefona, é claro!
O anão chega no banheiro e pede pra um cara bem alto, que está mijando:
– “Moço… Me bota em pé nesse banquinho, pra eu mijá também?”
Quando o grandão coloca ele no banquinho, imediatamente o anão agarra no saco dele e diz:
– “Isto é um assalto. Ou você me dá a carteira, ou eu pulo do banquinho!”
O português comenta com um amigo:
– Pois é, rapaz… peguei minha mulher em flagrante! Com o amante na minha cama! Os dois pelados!
– E você tomou alguma medida, Manuel?
E o portuga inocente:
– Como é que eu ia tomar medida, se o negócio estava todo enfiado nela?
– Mamãe, posso usar o seu vestido?
– Não!
– Mamãe, posso usar a sua combinação?
– Não!
– Mamãe, posso então usar o seu batom? Eu já tenho quatorze anos!
E a mãe finaliza:
– Não, não e não! E vê se não me enche o saco! Eu tenho muita coisa pra fazer, Jorginho!
Raíssa, uma bela loira, desconfia que seu namorado anda pulando a cerca. Muito ciumenta que é, Raíssa compra uma arma e se prepara para dar o flagrante delito. Sem avisar, ela vai ao apartamento do namorado e confirma suas suspeitas: lá está ele nos braços de outra!
Furiosa, Raíssa abre sua bolsa, saca a arma e a aponta para a própria cabeça.
O namorado grita em desespero:
– Querida, não faça isso!!!
– Cale a boca, seu safado! Você é o próximo!
– “É formalidade, sogrão, pura formalidade. Mas estou aqui para pedir a mão de sua filha em casamento” – diz o futuro genro.
– “Formalidade coisa nenhuma. Pedir a mão é um gesto importante, familiar. Quem falou que é uma formalidade?”
– “Foi o ginecologista de sua filha, sogrão.”
A filha do português chegou chorando na casa do pai e falou:
– Ai, papai, que desgraça! O Carlinhos me bateu… Ele me deu uma surra, papai! Tô arrasada!
E o português:
– Então esse desgraçado teve a coragem de fazeire isto pra ti, hein? Ele te bateu?
Dito isso, não é que o seu Manuel encheu a filha de porrada? Ele também deu uma surra de pobre coitada que só vendo…
– Tá vendo? Agora estou vingando! Vai lá e diga praquele cretino que ele bateu na minha filha e eu estou aqui vingando: Eu bati na mulher dele!
Os dois portugueses vinham passando por baixo de uma árvore e o passarinho cagou na cabeça do Joaquim.
Imediatamente, ele parou, olhou pro companheiro e disse:
– Manuel… Sinto algo estranho na minha cabeça. Olha o que é!
E o Manuel:
– É merda!
– Não! Estou a falar do lado de fora, pá!