PIADAS

Ovo de meio quilo

Uma galinha põe um ovo de meio quilo. Jornais, televisão, repórteres… Todos atrás da galinha.

– Como conseguiu essa façanha, senhora galinha?

– Segredo de família…

– E os planos para o futuro?

– Pôr um ovo de um quilo!

As atenções se voltam para o galo.

– Como conseguiram tal façanha, senhor galo?

– Segredo de família…

– “E os planos para o futuro?” – pergunta um repórter.

– Encher o avestruz de porrada!

Roubo no supermercado

Uma mulher foi presa por roubar um supermercado. Quando estava no tribunal, o juiz perguntou:
– O que é que a senhora roubou?

Ela respondeu:
– Uma lata pequena de pêssegos.

O juiz perguntou-lhe o motivo do roubo, e ela disse:
– Porque estava com fome.

O juiz, então, perguntou à senhora quantos pêssegos tinha a lata:
– Tinha seis pêssegos – respondeu ela.

O juiz, então, sentenciou:
– Vou mandar prendê-la por seis dias, um dia por pêssego roubado.

Mas, antes que ele pudesse terminar a sentença, o marido dela perguntou se poderia ter uma palavra com o juiz sobre o acontecido. O juiz assentiu e perguntou o que ele queria. Então, o marido disse:
– Ela também roubou uma lata de ervilhas e uma de milho…

Muy “amigos”

Dois amigos num bar, depois de alguns copos:

– Se, por exemplo, eu comesse sua mulher, ficaríamos na mesma, amigos?

– Não!

– Bem, mas ficaríamos companheiros, né?

– Não!

– Ficaríamos inimigos?

– Não!

– Ah, então você deixaria de falar comigo?

– Não!

– Então, como ficaríamos?

– Quites!

Sequestro-relâmpago

Uma loira chega com seu carro novinho numa loja de acessórios e diz ao vendedor:

– Quero instalar um para-raios no meu carro.

E o vendedor explicou:

– Olha, eu nunca ouvi falar nisso. Por que é que você quer instalar um para-raios no seu carro?

E a loira:

– Helooouuu! Nunca ouviu falar de sequestro-relâmpago não, seu desinformado?

Briga entre bons negociantes

O turco pegou dinheiro emprestado do judeu. Acontece que o turco se gabava de nunca ter pagado uma dívida. Por outro lado, o judeu nunca havia perdido nenhum centavo em transação alguma. Passa o tempo e o turco enrolando e só se esquivando do judeu, e este no encalço do turco. Até que um dia eles se cruzaram no bar de um português e começaram uma discussão. O turco, encurralado, não encontrou saída, pegou um revólver, encostou-o na própria cabeça e disse:

– Eu posso ir para o inferno, mas não pago essa dívida. E puxou o gatilho, caindo morto no chão.

O judeu não quis deixar por menos; pegou o revólver do chão, encostou-o em sua própria cabeça e disse:

– Eu vou receber essa dívida, nem que seja no inferno! E puxou o gatilho, caindo morto no chão.

O português, que observava tudo, pegou o revólver do chão, encostou-o em sua cabeça e disse:

– Pois eu não perco essa briga por nada!

Ding… dong…

Devido ao falecimento do avô, aos 95 anos, o jovem Camilo foi fazer uma visita de pêsames à sua avó de 90 anos. Quando chega, Camilo encontra a velhinha chorando e tenta confortá-la. Um pouco depois, quando vê a avó mais calma, o neto pergunta:

– Vovó, como o vovô morreu?

– Morreu quando fazíamos amor – confessa a avó.

Camilo, espantado, responde-lhe que as pessoas de 90 anos ou mais não deveriam fazer amor porque é muito perigoso. Ao que a avó responde:

– Mas nós só fazíamos aos domingos, já havia cinco anos, e com muita calma, ao compasso das badaladas do sino da igreja. Era “ding” para meter e “dong” para tirar… Se não fosse o filho da puta do homem dos sorvetes com o seu sininho… o seu avô ainda estaria vivo!

Máquina que pega ladrões

Nos Estados Unidos, fabricaram uma máquina que pega ladrões.

Testaram em Nova York e, em cinco minutos, ela apanhou 1.500 ladrões.

Levaram para a China e, em três minutos, ela apanhou 3.500.

Na África do Sul, em dois minutos apanhou 6.000 ladrões.

Trouxeram para Brasília e, em um minuto, roubaram a máquina…

Missão cumprida!

Depois de 25 anos de casamento, a mulher resolveu tentar resgatar o interesse do marido e vestiu a mesma camisola que usara na noite de núpcias.

– Amooor! – sussurrou ela, com voz lânguida. – Lembra dessa camisola?

O marido tirou o olho do jornal e disse:
– Sim. É a camisola que você usou na nossa lua de mel! Por quê?

– E você se lembra do que me disse naquela noite, quando me viu com essa camisola?

– Sim, me lembro! – respondeu o marido.

– Eu disse:
“Você está maravilhosa nessa camisola, Clarice! Quero transar com você até te deixar acabada!”.

– E agora, depois de tantos anos, o que você tem a dizer?

O marido olhou a esposa de cima a baixo e disse:
– Missão cumprida!

Divórcio depois de 45 anos

Um velho pai de família judeu chama seu filho na antevéspera do ano-novo de sua religião, dizendo:

– Jacozinho, eu odeio ter que estragar seu dia, mas preciso lhe dizer que sua mãe e eu vamos nos divorciar, depois de 45 anos de convivência.

– Papai, o que você está dizendo! – exclama o filho.

– Não conseguimos mais nem nos olhar – respondeu o pai.

– Vamos nos separar e acabou. Ligue para a sua irmã Raquel e conte a ela.

Desvairado, o rapaz imediatamente liga para a irmã, que explode ao telefone:

– De jeito nenhum nossos pais vão se divorciar!

Ela, então, liga para a casa do pai, aos berros:

– Chame papai ao telefone!

Quando o velho atendeu, ela disse, gritando:

– Não façam nada até nós chegarmos aí amanhã! Vou falar com o Moisés, que está em viagem, e amanhã mesmo estaremos aí, ouviu?

E bateu o telefone, sem sequer deixar o pai responder.

O velho colocou o fone no gancho, virou-se para a esposa e disse:

– Pronto, Sara, eles virão todos para o ano-novo! E desta vez nem precisaremos pagar suas passagens!

Vergonha do Arcide

O caipira chega pro Carlos Eduardo e fala:
– Carzeduardo, sua muié tá te traino co Arcide.

– Magina! Ela num trai eu, não. Cê tá inganado, sô!

– Carzeduardo! Toda veiz que ocê sai pra trabaiá, o Arcide vai pra sua casa e prega ferro nela.

– Duvido! Ele num teria corage.

– Mais teve! Pode cunfiri.

Indignado com o que o amigo diz, o Carlos Eduardo finge que sai de casa, se esconde dentro do guarda-roupa e fica olhando pela fresta da porta. Logo, vê sua mulher levando o Alcides para o quarto pra começar a sacanagem.

Mais tarde, ele se encontra com o amigo, que lhe pergunta o que houve. O Carlos Eduardo relata, cabisbaixo:

– Foi terrive di vê… Ele jogou ela na cama, tirou a brusa… E os peito caiu… Tirou a carcinha… E a barriga e a bunda dispencaro… Tirou as meia… E apariceu aquelas varizaiada toda, as perna tudo cabiluda. E eu, dendo guarda-roupa, cas mão no rosto, pensava: “Ai, qui vergonha que eu tô do Arcide!”.

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