Dois idosos que trabalhavam preparando cadáveres para o enterro recebem um corpo com um pênis enorme. Um deles arregala os olhos e diz:
– Caramba, você já viu um desses?
O outro:
– Eu tenho um igual!
– Grande assim?
– Não, morto assim…
Dois idosos que trabalhavam preparando cadáveres para o enterro recebem um corpo com um pênis enorme. Um deles arregala os olhos e diz:
– Caramba, você já viu um desses?
O outro:
– Eu tenho um igual!
– Grande assim?
– Não, morto assim…
Carzeduardo comenta com sua esposa, a Bastiana:
– Muié, ricibi uma intimação da Receita Federar. Caí na maia fina! Ocê acha que devo cumparecê à odiência com o fiscar de bota e carça de sirviço, pra parecê mais simpre, o di rôpa de saí, pra passá uma imagi de seriedade?
– Home, vô dizê a mema coisa que minha mãe mi falô quando preguntei prela si divia di usá carcinha di renda ô di seda, na noite di núpcia.
– E quié qui foi qui sua mãe falô? –
Ela falô:
– “Tanto faiz! Ele vai fudê ocê de quarqué jeito!”
Duas velhinhas já bem idosas estão jogando sua canastra semanal. Uma delas olha para a outra e diz:
– Por favor, não me leve a mal… Nós somos amigas há tanto tempo e agora eu não consigo me lembrar do seu nome, veja só a minha cabeça. Como você se chama, querida?
A outra olha fixamente para a amiga, por uns dois minutos, coça a testa e diz:
– Você precisa dessa informação pra quando?
No consultório, o paciente recebe a notícia de que tem apenas mais três minutos de vida e diz, desesperado:
– Doutor, o que é que o senhor pode fazer por mim?
E o médico:
– Um miojo!
O judeu convertido vai se confessar:
– Padre, há vinte anos eu abrigo uma refugiado de guerra. Qual o meu pecado?
– Meu filho, nisso não há pecado, você fez uma caridade!
– Mas, padre, eu cobrar aluguel dele.
– Tem razão, meu filho, isso é pecado! Reze três ave-marias e um pai-nosso…
– Só mais um pergunta, padre: devo falar pra ela que o guerra acabou?
Baltazar bebeu tanto que veio caindo pela rua até conseguir chegar em casa todo rasgado. Sem acordar ninguém, foi até o banheiro, se olhou no espelho e viu que estava todo machucado.
Abriu uma gaveta, saiu cobrindo os ferimentos com esparadrapos e foi deitar.
Na manhã seguinte deu logo de cara com a mulher:
– Caramba, ontem tu encheu a caveira, heim?
– Eu? Não querida, eu fiquei trabalhando até tarde. De onde você tirou que eu me embebedei?
– Pra começar, aquela porrada de Band-aids colados no espelho…
Dois mendigos estão sentados lado a lado numa rua de Roma. Um tem no colo uma cruz; o outro, uma estrela de Davi. Muita gente passa, olha para os dois, mas só dá esmola ao primeiro. Um padre observa que as pessoas não dão nada ao mendigo com a estrela de davi. Penalizado, diz a ele:
– Meu filho, será que você não entende? Este país é católico, esta cidade é o berço do catolicismo. Ninguém vai dar esmola a você com essa estrela de Davi, ainda mais sentado ao lado de outro pedinte com uma cruz. Muita gente deve dar esmola ao outro só para provocar você.
O mendigo com a estrela de Davi ouve atentamente o padre, vira-se para o outro mendigo e diz:
– Moishe, olha só quem quer ensinar marketing aos irmãos Goldstein!
Joãozinho chega em casa radiante, pulando de alegria.
– Nossa, Joãozinho! O que aconteceu? Por que tanta animação? — pergunta a mãe, curiosa.
– Mamãe, hoje foi demais! A professora fez uma pergunta e, de toda a turma, só eu levantei o dedo para responder!
A mãe, orgulhosa, abre um sorriso e pergunta:
– Que maravilha, filho! Fico tão feliz! E o que ela perguntou?
– Quem aqui não fez a lição de casa?…
A professora, com a paciência de um santo, pediu para a turma desenhar o que o Hino Nacional inspirava.
Joana, toda delicada, desenhou um sol radiante.
Professora: – “Excelente, Joana! O sol da liberdade!”
Pedro, com a pose de um herói, desenhou um soldado imponente.
Professora: – “Muito bem, Pedro! A pátria em armas!”
Joãozinho, com um sorriso maroto, desenhou um jegue com uma chibata enorme.
Professora: – “Joãozinho! Que… que desenho é esse?”
Joãozinho, sem perder a pose, respondeu:
– “Ora, professora, é o Brasil! ‘Gigante pela própria natureza’!”