O anestesista português chega pro médico e diz:
– Doutoire… o senhor me pediu anestesia local… Mas acuntece qui aqui no vidro está escritu que o produto foi fabricadu na Alemanha… O que que eu faço?
O anestesista português chega pro médico e diz:
– Doutoire… o senhor me pediu anestesia local… Mas acuntece qui aqui no vidro está escritu que o produto foi fabricadu na Alemanha… O que que eu faço?
Lá no escritório, o português fala pro amigo:
– Escuta… tu me empresta teus óculos, que precisu escreveire uma carta?!
– Mas, Joaquim… Meus óculos são para longe!
– Não tem importância! A minha carta tambaim!
O Manuel, fazendo feira, deu de cara com aquela puta melancia rajada e compridona e foi logo perguntando ao feirante:
– Que porra de fruta é esta?
E o feirante:
– É melancia!
– Ora pois, que esta eu não conhecia. Conheço aquela redonda.
E o feirante:
– É… mas esta é muito boa. Doce feito mel.
Manuel pensou e concordou:
– Então vou levar. Mas me ensina como é que corta ela!
E o feirante explicou:
– É simples: o senhor tem que cortar ela no centro.
E o português não teve dúvidas. Foi até a Praça da Sé, no centro da cidade de São Paulo, comprou um facão e tchan, cortou a melancia.
O garotinho pede pra mãe:
– Quero um relógio de presente!
E a mãe:
– Ah, filhinho… Mas o natal ainda está tão longe!
– Eu sei, mamãe! Mas é que eu to namorando a Juanita, aquela menininha argentina. Eu peço pra ela tirar a blusinha e ela tira! Peço pra ela tirar a sainha e ela tira! Peço pra ela tirar a calcinha e ela tira! Ai, quando ela fica peladinha, mamãe, ela diz: “E a ora?” E eu não tenho relógio pra falar a hora pra ela.
O Turco vai se confessar:
– Padre, há 20 anos eu abriguei um refugiado de guerra. Qual o meu pecado?
– Meu filho, nisso não há pecado, você fez uma caridade!
– Mas, padre, eu cobrei aluguel dele.
– Tem razão, meu filho, isso é pecado! Reze 3 Ave-Marias e um Padre-nosso…
– Só mais uma pergunta, padre! Devo falar pra ele que a guerra acabou?
O louco pede pro enfermeiro:
– Quero uma cama bem forte!
– Por quê? Você não é gordo nem nada…
– É que eu tenho um sono muito pesado!
Na noite de núpcias, o noivo pergunta pra noiva:
– Fala, meu amor… fala sinceramente: existiu um outro homem antes de mim?
Ela não responde, abaixa a cabeça…
– Querida… desculpe… Minha pergunta está te chateando, te aborrecendo, né?
– Não… o que está me aborrecendo é a resposta!
O português, lá na fazenda dele, precisava de um arado, porque ele plantava milho, arroz, etc… E o vizinho japonês vendeu pra ele um arado todo incrementado. Só que o português não sabia manejar o arado. Engatou no trator e nada… O portuga ficou puto da vida e ligou pro japonês:
Trrrimmm! – toca o telefone.
E o japonês do outro lado:
– Arô!
E o português:
– Arô, a puta que te pariu!
Na segunda-feira, o atacante português começou a explicar como cobrou o pênalti:
– Pois é… Na hora de eu chutar o pênalti, o goleiro começou a fazer guerra de nervos comigo. Ele dizia, sem parar:
“Se você chutar no canto esquerdo, eu pego, se chutar no direito, eu pego, se chutar no centro eu pego…”
– E o que cê fez, Manuel?
– Chutei fora e ferrei ele…
No intervalo do jogo Santos e Barcelona, os jogadores do Santos perguntaram ao Muricy:
– Professor, quais as instruções para o segundo tempo?
Eis que Muricy responde:
– As instruções são as seguintes, todos comigo: “Pai nosso que estais no céu…”