– Eu tinha um cachorro que era uma coisa, viu! Sabia distinguir uma pessoa boa de um mau-caráter!
– Sério? Poxa, incrível… Mas o que aconteceu com esse cachorro?
– Ah, eu tive que vender! O bicho me mordeu mais de 20 vezes!
– Eu tinha um cachorro que era uma coisa, viu! Sabia distinguir uma pessoa boa de um mau-caráter!
– Sério? Poxa, incrível… Mas o que aconteceu com esse cachorro?
– Ah, eu tive que vender! O bicho me mordeu mais de 20 vezes!
– Mamãe! – gritou aquela vozinha, com forte sotaque gaúcho, lá dentro do banheiro.
– Eu já tenho quatorze anos. Já posso usar sutiã?
E a pobre mãe, conformada:
– Não, já disse que não. E não insista, José Roberto!
– Meu rei, veja aí pra mim… A braguilha da minha calça tá aberta?
– Olhe… Tá, não…
– Então vou deixar pra mijar só amanhã…
Dois advogados encontram-se no estacionamento de um motel e reparam que um está com a mulher do outro. Após alguns instantes de saia justa, um diz ao outro, em tom solene e respeitoso:
– Caro colega, creio eu que o correto seria que minha mulher viesse comigo, no meu carro, e a sua mulher voltasse com você no seu.
– Concordo plenamente, caro colega, que isso seria o correto – responde o outro –, mas não seria justo, levando em consideração que vocês estão saindo e nós estamos apenas chegando…
Mais uma vez, uma pessoa da família de Joãozinho morre de “morte fulminante”. Intrigado, o menino vai até sua mãe e pergunta:
Joãozinho: — Mamãe, me explica uma coisa… Por que, na nossa família, as pessoas morrem tão rápido? Sem nem ficarem doentes? E ninguém percebe? Hein, mãe? Mãe??? MÃE??? FALA COMIGO, MÃEEEEEE!!!
Um rapaz que não sabia como agir com uma mulher resolveu pedir ajuda ao seu amigo. O amigo combinou de orientá-lo por um rádio transmissor durante o encontro com a menina.
No dia marcado, o virgem subiu para o quarto da garota levando seu radinho. Assim que chegou, entrou rapidamente em contato com o amigo:
Virgem: — A moça entrou no quarto! O que eu faço?
Amigo: — Calma, entra junto com ela. Só isso.
Virgem: — Agora ela está dançando! O que eu faço?
Amigo: — Ué, cara, dança com ela!
Virgem: — Ai, meu Deus! Agora ela deitou na cama… É pra eu deitar também?
Amigo: — Mas é lógico!
Virgem: — A mina tirou a roupa! E agora?
Amigo: — Seu cabeçudo, tira a sua também!
Virgem: — Ela abriu as pernas e…
Amigo: — Cala a boca, seu inútil! Presta atenção: pegue uma coisa que nós dois temos e coloque entre as pernas dela. Mas antes, dá uma puxadinha nele pra cima!
O coitadinho não entendeu muito bem. Reparou que a única coisa que ele tinha igual ao amigo era o radinho de transmissão. Então, esticou a anteninha e…
Depois de mais uma briga do casal, a esposa toda chorosa liga para a mãe:
– Não aguento mais aquele cafajeste, mãe! Mas agora resolvi dar um castigo nele.
– O que você vai fazer, minha filha?
– Vou morar uma semana aí com a senhora!
– Bem… se é pra dar um castigo nele, minha filha, deixa que eu vou passar uma semana aí com vocês!
– Chefe, quero um aumento. Saiba o senhor que tem três empresas atrás de mim.
– Quais?
– A de água, a de luz e a de telefone.
A bichinha estava indo à igreja, nariz todo empinado, com a Bíblia debaixo do braço. Nisso, passa um caminhão cheio de homens, gritando pra bichinha:
– Veaaaadooooo!!!!! Gaaaayyyyyy!!!!!! Queima-roscaaaa!!!!! Chuuuuuupppp!!!!! Chuuuuupppp!!!! Morde-a-fronha!! Morde-a-fronha!!! Dorme-na-caixa!!!
De repente, o caminhão perde a direção, bate em um poste e explode. Morre todo mundo. A bicha pára, olha para o caminhão pegando fogo, solta a Bíblia no chão, coloca as mãos na cintura e diz:
– Jesus… Você arraaaasooouuuu!!!!!!!!!!
Uma noite, depois de quase 40 anos de casados, o casal baiano está na cama quando a mulher sente que o marido começa a acariciá-la, como não fazia há muito tempo.
Ele começou no pescoço, desceu pelo dorso até as nádegas, voltou no pescoço, nos ombros, nos seios, parou na barriga.
Aí colocou a mão na parte interna do braço esquerdo, passou no seio, nas nádegas, na perna esquerda, até o pé, subiu pela parte interna da coxa e parou bem cima da perna.
Fez a mesma coisa na parte direita e, de repente, virou as costas e não falou uma palavra.
A mulher, já acesa, pergunta, carinhosamente:
– Oxente, meu rei, estava maravilhoso, por que parou? Parou por quê?
E o baiano, resmungando:
– Já encontrei o controle remoto…