O pescador diz pro caipira mineirinho:
– Você está aí já há quatro horas me vendo pescar. Não quer tentar?
– Num tenho paciência pra isso não, seu moço!
O pescador diz pro caipira mineirinho:
– Você está aí já há quatro horas me vendo pescar. Não quer tentar?
– Num tenho paciência pra isso não, seu moço!
Com apenas duas semanas de casamento, o marido, apesar de feliz, já estava com uma vontade reprimida de sair com a galera pra fazer a festa. Assim, ele diz à sua queridinha esposa:
– Amorzinho, vou dar uma saidinha, mas não demoro, coisa rápida…
– Aonde você vai, meu fofinho…? – pergunta ela.
– Ao barzinho, tomar uma geladinha.
A mulher bota a mão na cintura e lhe responde: – Quer cervejinha, meu amor? – e nesse momento abre a porta da geladeira e lhe mostra 25 marcas diferentes de cervejas de 12 países: alemãs, holandesas, japonesas, americanas, mexicanas, etc.
O marido, sem saber o que fazer, lhe responde: – Meu docinho de coco… mas no bar… você sabe… o copo gelado…
O marido nem terminou de falar, quando a esposa interrompe a sua conversa e pergunta:
– Quer copo gelado, amor? – nesse momento ela pega no freezer um copo bem gelado, branco, que até parecia tremer de frio.
O marido responde: – Mas, minha princesa, no bar tem aqueles salgadinhos gos— tosos… Já estou voltando, tá?
– Quer salgadinho, meu amor??? – a mulher abre o forno e tira 15 pratos de salgadinhos diferentes: quibe, coxinha, pastel, pipoca, amendoim, coração de galinha, queijo derretido, torresmo…
– Mas, minha Pixunguinha… lá no bar… você sabe…. as piadas, os palavrões, tudo aquilo…
– Quer palavrões, meu amor??? Então vai tomar no cu, porque daqui você não sai nem fodendo, seu filho da puta…
– Por que lojas 24h têm fechadura?
– Se eu sou dono de um terreno, ele é meu até o centro da Terra?
– Como colocaram a placa “Proibido Pisar na Grama” sem pisar nela?
– Se ninguém comprar ingressos, o cinema ainda exibe o filme?
– Se houve um começo, o que havia antes?
– Por que existe bolso em pijamas?
– Como o Papai Noel entra em casas sem chaminé?
Amigo fala para o anão: “Batata, você sempre quis uns centímetros a mais, né? Já pensou em dar um Google pra ver se acha alguma dica?”
Batata, com um brilho nos olhos: “Será? Vou tentar!”
O anão pesquisou:
— “Como crescer na vida?”
O Google respondeu:
— “Tente sapatos ortopédicos.”
Um eletricista vai até a UTI de um hospital, olha para os pacientes ligados a diversos tipos de aparelhos e diz:
– Respirem fundo: vou trocar o fusível!
Casal de baianos deitados numa rede, se balançando, olhando a vida passar. De repente, o cabra:
– Ô neguinha, aqui em casa tem soro antiofídico, tem?
E ela, lentamente:
– Tem não, meu rei.
– Ô, neguinha, que pena.
– Pra que soro, hein, pra quê? Tu foi mordido de cobra?
E o fã de Caê e Jorge Amado, apontando pro batente da porta:
– Fui ainda não. Más ó só aonde ela já vem, ó!
Tarde pacata e preguiçosa, o velhinho baiano resolve tomar uma atitude: se levanta, veste o casaco e vai saindo, quando a sua velha pergunta:
– Oxente, Zé. Aonde você vai, uma hora dessas?
– Vou no médico! – responde ele, convicto.
– Oxe! Por quê? Tá doente?
– Não … Vou ver se o médico me receita esse tal de Viagra!
A mulher então se levanta da cadeira e também veste o casaco.
– Aonde você vai? – pergunta ele.
– Vou no médico também!
– Ah, é, muié? E por quê?
– Ora, ora, essa! Se você vai voltar a usar essa estrovenga velha e enferrujada, acho melhor eu tomar uma antitetanica!
A professora tá lá na frente, explicando a matéria com toda a paciência do mundo, mas percebe que Joãozinho tá na dele, olhando pela janela, sonhando com sei lá o quê. Ele tá com a cara de quem tá em outro planeta, provavelmente calculando quantas horas faltam pra hora do recreio.
Ela cruza os braços e decide chamar o menino pra realidade:
– “Joãozinho!”
Ele dá um pulo na cadeira como se tivesse levado um choque, e responde:
– “Opa! Tô na área, professora!”
Ela já sabe que vem problema, mas insiste:
– “Me diga uma palavra que comece com a letra D.”
Joãozinho pensa um pouco, coça a cabeça e solta, com a maior confiança do mundo:
– “Ontem!”
A sala fica em silêncio. A professora pisca umas três vezes, achando que ouviu errado.
– “Joãozinho … ONTEM não começa com a letra D!”
Joãozinho arregala os olhos, se ajeita na cadeira e solta um sorriso maroto. Ele levanta o dedo como um advogado que vai dar o argumento final e diz, cheio de certeza:
– “Começa sim, professora! Ontem foi DOMINGO!”
Igreja lotada, o padre interrompe o sermão e pergunta:
– Quem deseja ir para o céu levante a mão!
Todo mundo levanta a mão, menos um sujeito sentado na primeira fila, caindo de bêbado.
– O senhor não quer ir para o céu quando morrer? – pergunta o padre.
E o bêbado:
– Ah… Quando morrer, eu quero! Pensei que o senhor tava organizando a caravana pra hoje!